Seguimos a ter boas noticias das feiras do libro. Entrada ao xardín do saber, que xa fora acollida cun grande interese na que foi celebrada na cidade de Ourense, obtivo unha óptima repercusión, tanto na feira de Ferrol como na posterior de Narón. Onte, 19 de xullo, tivemos ocasión de asinar exemplares na bonita localidade de Ribadeo. Hoxe remata. Mais o balance até o sábado é do máis positivo. O asunto de Hildegart/Aurora Rodríguez Carballeira, aderezado co elemento dun Vicente Risco axexado por un mar de sombras, parece que garda interese para o lector. Agardamos que non decaia, pois veñen aí as seguintes feiras para o mes de agosto: A Coruña, Viveiro e Monforte.
Capa do romance "Equador" 1.- ARGUMENTO : Luís Bernardo Valença pertence à alta burguesia lisboeta. Seu pai deixa-lhe em herança a posição de sócio principal de uma companhia de navios que fazem diferentes rotas comerciais. Estamos a falar da Companhia Insular de Navegação, encarregada de transportar cargas e passageiros entre a ilha da Madeira, as Canárias, o arquipélago dos Açores e o Cabo Verde. A vida do homem é regalada, despreocupada, entregue ele às reuniões e tertúlias com pessoas da boa sociedade lisboeta. Goza da amizade, por exemplo, de Bernardo de Pindela, conde de Arnoso, o qual faz parte do grupo de “Os Sobreviventes”, justamente em oposição ao de “Os Vencidos da Vida”, de que participava no seu momento Eça de Queiroz. Essa vida nocturna lisboeta de que o Basílio tanto se queixava (falamos do do seu romance O primo Basílio ) por falta de locais onde poder desfrutar, e que nestes se tornava todo o contrário, dispostos a extrair daquela vida capitalina...


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