No Diario de Ferrol do 2 de novembro, falo sobre cinema galego. A escusa perfecta deuma Brais Romero Suárez, despois da estupenda charla-coloquio á que puiden asistir no 19 de outubro. Cito algunhas das chaves da nosa filmografía, ás que fixo referencia o conferenciante, alén doutros aspectos relativos ao noso cinema.
Capa do romance "Equador" 1.- ARGUMENTO : Luís Bernardo Valença pertence à alta burguesia lisboeta. Seu pai deixa-lhe em herança a posição de sócio principal de uma companhia de navios que fazem diferentes rotas comerciais. Estamos a falar da Companhia Insular de Navegação, encarregada de transportar cargas e passageiros entre a ilha da Madeira, as Canárias, o arquipélago dos Açores e o Cabo Verde. A vida do homem é regalada, despreocupada, entregue ele às reuniões e tertúlias com pessoas da boa sociedade lisboeta. Goza da amizade, por exemplo, de Bernardo de Pindela, conde de Arnoso, o qual faz parte do grupo de “Os Sobreviventes”, justamente em oposição ao de “Os Vencidos da Vida”, de que participava no seu momento Eça de Queiroz. Essa vida nocturna lisboeta de que o Basílio tanto se queixava (falamos do do seu romance O primo Basílio ) por falta de locais onde poder desfrutar, e que nestes se tornava todo o contrário, dispostos a extrair daquela vida capitalina...


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